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sábado, 30 de julho de 2011

Aquilo que vejo em ti

Éramos tão diferentes
Tínhamos outros ideais 
Mas agora descobrimos
Que somos quase iguais


Nossa imaturidade
Naquela época de calamidade
Onde não pensávamos
Não vivíamos, não estruturávamos
Andávamos por andar
E afastávamos o olhar


Descobrimos que somos parecidos
Não passávamos de desconhecidos
Tínhamos coisas para viver
E mais tarde aprender


Escreves com coração
Sentes com emoção
Vives cada momento
Com grande sentimento
Transmites no papel
Traves de um lápis ou pincel
Traçando ideias realistas
Não te baseias em futuristas
Com um olhar abrangente
Que comove o mundo
E fica na mente


Elogiar-te assim tanto
Não será nenhum espanto
Porque é a verdade
De uma pessoa de bondade
De autentica qualidade
Que não passa de despercebida
Nesta sociedade pobre
Mas que ama a vida


Estes poemas te dedicarei
Porque em ti me inspirei
E como também sou tua inspiração
Foram palavras que tocaram
Lá no fundo do coração


És especial do teu jeito
Vives cada momento sem preconceito
Tens um olhar puro
Olhar firme e seguro
Protector e encantador
Brilho único de pensador