Sinto que me roubam a alma
Num momento inoportuno
Colocam-a sobre a calçada
Meramente abandonada
Uma alma mal amada
Ali se despedem dela
Como se não houvesse saida
Deixando-a ali despida
Amando e odiando
Toda a gente passageira
Que passam naquela zona
Com seu olhar peculiar
Olhar de quem come
Olhar de quem não deve respeitar
Abandono de uma alma
com sentimentos puros
E vontade de se expressar
Como a areia acolhe o mar
Mas proibida de conceber
Um sabor sem conhecer
O verdadeiro significado
De que quem ama
Gosta de ser amado
Número de pessoas que entram, mas só algumas comentam
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Este tempo que sinto
Tempo deprimido é este
Que escurece meu mundo
Que me torna frágil,
Me torna sensível
Não consigo sentir
Emoções fortes
Não consigo atingir
Diferentes sortes
Este tempo me entristece
Este tempo vem e desaparece
É tão confuso como eu
Indeciso por natureza
Tem sua grande beleza
Pois é um acontecimento natural
Que tem muito de bom
E também tem muito de mal
Sinto-me como uma gota de chuva
A cair sobre o solo
Desamparada e sem noção
Com muita delicadeza
Com grande precisão
Que escurece meu mundo
Que me torna frágil,
Me torna sensível
Não consigo sentir
Emoções fortes
Não consigo atingir
Diferentes sortes
Este tempo me entristece
Este tempo vem e desaparece
É tão confuso como eu
Indeciso por natureza
Tem sua grande beleza
Pois é um acontecimento natural
Que tem muito de bom
E também tem muito de mal
Sinto-me como uma gota de chuva
A cair sobre o solo
Desamparada e sem noção
Com muita delicadeza
Com grande precisão
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